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Biscoitos certamente não contam, para todos os efeitos, como “comida séria”. São mimos, pequeninos presentes para receber alguém que vem tomar um chá, pra animar o café da manhã ou o lanche da tarde.
Então o primeiro requisito é que sejam gostosos. Depois, que sejam bonitos.

E, meninos, como existem jeitos variados de fazer algo ser bonito! A estampa nos biscoitos de hoje é feita com um rolo de massa entalhado In My Wood (customizado para ter os passarinhos do É o que tem pra hoje, com design da querida Taís Mahs).

Testei algumas receitas para encontrar esta aqui, que não leva nenhum produto animal (ou seja, é vegana, e por consequência é também sem lactose), não tem glúten, e segura a forma dos biscoitos lindamente.
Vamos a ela.


Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa que gosta de comida. Mesmo.

Me dá um bruta mau humor ter fome e/ou vontade de comer, e não ter nada à mão para beliscar.

E com essa onda em que ando de comer direitinho e saudável, a trama se complica.

Porque às vezes até daria pra quebrar o galho em alguma padaria do caminho, mas não ando com vontade de comer pão de queijo e pão francês o tempo todo (além do mais, cada bocadinho que se compra na rua em São Paulo representa uma porcentagem significativa dos ganhos mensais de um ser humano).

Eis que em maio do ano passado, juntando informações daqui e dali, e testando um pouco, fiquei feliz com a receita/fórmula que desenvolvi para barrinhas de aveia.

Cê vê: elas ficaram do jeito que eu gosto. Crocantes, e aceitando bastante variação nos ingredientes.

A questão é a seguinte: se eu tenho fome, em geral preciso de algo salgado. E isso não é possível com a receita daquelas barrinhas de aveia.

Têm aparecido no mercado algumas opções de barrinhas salgadas. Pelo que ouvi dizer, quase todas são esquisitas ao paladar. Ainda assim, são possíveis.

Lá vai a Flora procurar pela internet receitas de barrinhas salgadas. Mas não foi fácil de achar.