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Todas as imagens e o texto neste post são de autoria de Gabriel Marzinotto, com colaboração de Catharina Strobel.

 

Não é fácil comer um hambúrguer barato hoje em dia. Quer dizer: um bom hambúrguer barato. Assim como boa parte das comidas rápidas, a versão gourmet se expandiu nos últimos 10 anos, melhorando bastante a qualidade de muitos lugares mas também elevando bastante os preços. Não dá pra ficar de boa em um lugar que cobra mais de R$30,00 pelas versões mais simples do lanche (para as mais sofisticadas, o céu é o limite).

A alternativa é buscar aquele cheese-salada reforçado das padarias ou o lanche rápido dos botecos, mais próximos do hambúrguer caseiro. E aí vai de lugar pra lugar. Já encontrei ótimos achados em bares fuleiros e cheeseburguers tenebrosos em padarias bonitonas. Bem, pelo menos os preços não impossibilitam o rango.

Mas tem um lugar famoso na cidade que virou ponto de referência do apreciador de hamburguinhos tradicionais: o Hambúrguer do Seu Oswaldo. Aberto no Ipiranga desde 1966, é um daqueles lugares meio obrigatórios pra quem curte comer pela cidade e não se contenta a ficar no eixo Pinheiros/Paulista/Centro. A cidade é gigante e repleta de picos fenomenais, o Seu Oswaldo sendo um desses casos mais ilustres. Dei uma passada lá na semana passada, junto com a Catharina e o Leo.


Como várias outras idéias de que gosto pra cachorro, a primeira vez que vi isso foi no TheKitchn. Depois de lá, vi a mesma receita em muitos outros lugares na internet. Também, olha só a receita: pique bananas maduras em pedaços e leve ao congelador. Bata no processador ou liquidi até ficar cremoso. Sirva.
Pfff lógico que fez sucesso. É algo gostoso, barato, fácil e "magro". (E gelado, o que conta mil pontos nesses 35oC ou mais).
Agora, pensei comigo, eu realmente acho a idéia boa e realmente tenho vontade de dividir com vocês publicando aqui. Então... hum... resolvi acrescentar mais alguma coisa, que é pra causar interesse em quem já conhece o fantástico sorvete-de-um-ingrediente-só: cestinhas de cookies. Só que preciso testar mais pra acertar nas cestinhas porque não foi dessa vez.


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Detalhes tão pequenos - o que fazer quando a louça se amotina contra o capitão.

07/11/2014 - 0 Comentários - Detalhes tão pequenos |

Quando comecei a morar sozinha, tracei um plano com a clara intenção de ser obrigada a lavar a louça com freqüência e não deixá-la acumular na pia: ter pouca louça. São 4 panelas ao todo (juro), conjunto de talheres para apenas 4 pessoas, meia dúzia de tigelinhas. Há um número maiorzinho de pratos e xícaras, porque acho eles bonitos e meio que coleciono, mas os essenciais são em número limitado.

Veja, eu sou uma pessoa limpinha e tudo, mas por algum motivo obscuro me sinto perdendo tempo se parar para lavar a louça logo depois de cozinhar/ logo depois da refeição. Parece que preciso ir logo fazer outras coisas para o dia render. Vai entender... por isso, ela tem uma tendência terrível para se juntar, independente da minha vontade, e me ataca de vez em quando.

Até eu conseguir transformar em hábito a arte zen de lavar a louça diariamente, tenho algumas dicas para lidar com o acúmulo. E a parte final das dicas serve também como método de limpeza semanal da pia.


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